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Esse blog já passou por várias fases e faces. E é impressionante como uma semana pôde mudar todas elas e tornar tudo tão passado e ilusório... Não faria sentido mais continuar escrevendo aqui: por muito tempo, foi aqui que depositei minha raiva, minha felicidade, meus sonhos. E agora que a raiva (de tudo e todos) passou, a felicidade é uma constante que me visita nos feriados e meus sonhos têm data marcada, é hora de recomeçar.
Deveremos atualizar a programação dos pôsteres e comunicações orais ainda hoje.
E a tonta acreditou. São uns fanfarrões!!
Tem várias coisas legais em conviver com o vocalista da banda mais descolada de Dourados. Uma delas é a mania que ele tem de achar músicas que eu possa gostar. Certa vez, ele me apresentou Mr. Big... No Società, sexta passada (quem não foi, perdeu), de tanto eu pedir, ele mandou o refrão de To be with you. É a música do momento, mesmo. Me recuso a aceitar “With or without” como nossa música e proponho esta:
Hold on, little girl
Show me what he's done to you
Stand up, little girl
A broken heart can't be that bad
When it's through, it's through
Fate will twist the both of you
So come on baby, come on over
Let me be the one to show you
I'm the one who wants to be with you
Deep inside I hope you feel it too
(…)
Build up your confidence
So you can be on top for once
Wake up! who cares about
Little boys that talk too much?
(…)
Why be alone when we can be together, baby?
You can make my life worthwhile
And I can make you start to smile
Grifos meus. Parte mais cantarolada: a última. Você pode fazer minha vida valer a pena, eu posso te fazer começar a sorrir, eu sou quem quer ficar com você. No fundo, espero que você sinta o mesmo.
Discurso da Rory no final da terceira temporada. Vi a reprise hoje. E ainda me faz chorar. Muito. Ainda mais no dia que fui ao banco pagar a coisa mais importante da minha vida.
Nunca achamos que este dia chegaria. Rezamos por sua conclusão rápida, dias ultrapassados em nossos calendários, horas contadas, minutos, e segundos, e agora está acontecendo, sinto por este momento envolver a perda de amigos que me inspiraram e professores que foram meus mentores – tantas pessoas que ajudaram a moldar a minha vida e as dos meus queridos colegas eficientemente e para sempre. Eu vivo em dois mundos. Um é o mundo dos livros. Fui uma residente do mundo de Faulkner Yoknapatawpha, cacei a baleia branca a bordo do Pequod, lutei ao lado de Napoleão, velejei numa jangada com Huck e Jim, cometi absurdos com Ignatius J. Reilly, embarquei num triste trem com Anna Karenina, e passeei pelo canal de Suez. É um mundo recompensador, mas o meu segundo mundo é bem superior. Meu segundo mundo é habitado por personagens claramente menos excêntricos mas supremamente real, feito de carne e osso, cheio de amor, que é a minha inspiração fundamental pra tudo. Richard e Emily Gilmore são pessoas amorosas, decentes, impecáveis e generosas. São os meus pilares sem os quais não conseguiria me sustentar. Tenho orgulho de ser sua neta. Mas a minha inspiração principal vem da minha melhor amiga, a mulher deslumbrante de quem recebi o meu nome e o sangue da minha vida, Lorelai Gilmore. Minha mãe nunca me fez entender que eu não poderia fazer aquilo que quisesse ou ser quem eu quisesse ser. Ela organizou nossa casa com amor e diversão e livros e música, resistindo com seus esforços para me mostrar modelos de Jane Austen à Eudora Welty e Patti Smith. Tendo me guiado através destes incríveis dezoito anos, não sei se ela se deu conta de que a pessoa que eu sempre quis ser era ela. Obrigada, mãe. Você é minha orientação pra tudo.
Teatro municipal às 15:40 (concentração às 15:00) do dia 26/09, quarta-feira. Levem: apitos, confetes, serpertinas e faixas do tipo "Filma nóis", "Lindo, tesão, bonito e gostosão". Balões cheios de groselha para manchar o terno (vide foto do orkut) do apresentador foram banidos. Lembrando que, para entrar, a senha é: "esquecimeucrachátragohojeànoite".
Eu acredito em Deus. Mais ainda, acredito que “eu” não faço nada. Quem faz é Ele, através de mim, sempre que permito que ele aja.
Agora, sendo Ele, onipotente que é, precisa lá da minha humilde permissão? Sim, né? É o famoso livre-arbítrio. Então Deus diz:
- Ei, Mariana, preciso que você faça isto. Dou-te todas as condições e forças.
E eu respondo:
- Ooolha, eu vou pensar, viu? Tentar achar desculpas pra fugir disso e aí tentar justificar minha falta com o Senhor.
Aí Deus aceita minhas justificativas e muda de idéia:
- Ah, ok, nem era importante mesmo.
É, esta última parte é impossível de acontecer. Se Deus quiser, Deus quer. Então Ele vai e se manifesta nas pessoas que eu mais amo. Estas, então, dizem: “você vai sim, o jeito de fazer isto é tal e tal e vai dar tudo certo”. E não me deixam fugir pela tangente ou qualquer ângulo que seja.
Resumindo, quem faz viver é Deus, é sobrenatural. Quem me faz andar é orgânico, feito de carbono e... putz... eu os amo, sobrenaturalmente.
Uma vez escrevi naquele “ideal match” do orkut que o meu era uma mistura das coisas listadas em “Any man of mine” e “21 things that I want in a lover”. E é fato que eu acabo recorrendo a elas para ver no que estou me metendo. Traduzi as duas e adaptei em dois textinhos aí. No primeiro, as perguntas para as quais ele, sem dúvida, diria “bem, sim”. Depois, as que ele diria “bem, não”.
Você teria orgulho de mim mesmo se eu estivesse feia? Você continuaria me amando? Você fica feliz quando outra pessoa obtém sucesso? Não joga sujo quando envolvido em uma competição? Você tem uma grande capacidade intelectual mas sabe que isto sozinho não é igual a sabedoria? Antenado em política? E não acredita na pena capital? Você é engraçado? Meio auto-depreciativo? Gosta de aventura? E tem muitas opiniões formadas? Você está em um emprego que ajuda o próximo? Você é sem vícios? Curioso e comunicativo? Aberto para tentar coisas novas?
Posso chegar atrasada para um encontro que tudo bem, enquanto você tem que ser pontual? Você diria que o vestido do ano passado, um pouco apertado, está com caimento perfeito? E, para qualquer coisa que eu fizer, em um dia de cabelo ruim, você dirá que está ok? E se eu mudar de idéia, milhares de vezes, você diria “é, gostei dessa!”? Quando eu cozinhar para você e queimar tudo, você diria “mmm, adoro esses queimadinhos!”? Você é desinibido na cama? Mais de três vezes por semana?
- É um esboço, toma!
- Falta falar o que você vai fazer. (?????)
- Tentativa segunda, toma!
- Melhorou.
- Melhorou e ficou bom? Pode mandar?
- Pode mandar.
Feito o resumo do CELLMS (!!!!!!!!!!). Notem a eloqüência dos emails da Elma e meus.
Aula de Inglês: faça uma redação de vinte linhas descrevendo alguém. Com vocês, a minha:
He is annoying. Boy, he is! That’s his main characteristic and also why I’m so into him. Yes, I’ve got total idea of how bizarre is this situation and sentence. Anyway, like I’ve said, he’s annoying. Too annoying for size, by the way. He isn’t much tall. In fact, he’s short. Actually, he’s my size, or two centimeters taller, which makes him a small man; and girls like it big!
So, he is annoying and short. Thank God he’s got green eyes or nothing else would save him. He’s a Law student, therefore he pretends to be serious and intelligent, which makes him even more irritating. To be honest, he’s quite serious. Too serious, I guess, and speaks some obsolete words, trying to make an impression. Of course that doesn’t work, but it’s a good thing ‘cause makes me laugh.
I find annoying-serious people very funny, so he makes me laugh a lot. Even when he doesn’t want me to. In fact, it’s a disaster when he tries to be funny; he can’t and shouldn’t!
As I said, he’s annoying, short and has no sense of humor. But that’s not all: he sends Powerpoint motivational messages, he prefers to watch a book-based-movie than read the book it’s from (he claims he doesn’t have time – all Law students use this saying), he complains if you’re five minutes late, or four, or three, or two, or one minute late; he never understands a joke or understands it’s a joke. And when he makes one, he immediately says he’s sorry and kidding. He thinks every person is as serious and bad-humored as he is…
But he has green eyes and makes me laugh with his terrible personality. And think. Laugh a lot, think a lot, that’s why I like him.
Então minha semana passada foi um cu. Nada deu certo e, o que era certo, passou a dar errado também.
Mas eu acredito em compensações. Quando algo – ou tudo – dá errado, uma hora acontece algo – ou tudo – para compensar.
Segunda começou com minha ida à casa da Elma. Apesar de ter lido e fichado muita coisa às pressas, minha simpática orientadora esqueceu que tínhamos marcado e não estava lá. Legal, então, tinha tempo de sacar dinheiro e mandar o presente do João. Chegando lá, o Unibanco bloqueou minha senha. E, portanto, nada foi feito.
Na terça eu tentei de novo e, como continuava dando erro, fui dar chilique com a atendente. Ela desbloqueou, deu senha nova, tirou saldo e... E... Meu salário não tinha sido depositado.
Na quarta, afinal, eu recebi. Mas neste dia eu tinha estágio e um monte de outras coisas para fazer. Também neste dia o Emílio comunicou que ia pegar os poemas para eu digitar. Mais coisa para fazer, maravilha!
Na quinta a Alzira voltou a dar aulas patéticas, o que vai me obrigar a comprar briga de novo. E, como já estava prevendo que ia dar merda, briguei de leve com o Nazir. Só para manter a tradição.
Na sexta, afinal, celebramos o dia da pátria no Paraguai. Fiz uma tentativa de comprar um cabo pro mp3, mas o infeliz não deu certo. Claro que não ia dar certo numa semana fadada ao fracasso! Ainda fui ao cinema (O ultimato Bourne) e deixei de atender uma ligação, o que me rendeu um indivíduo emburradíssimo. Na mesma noite, Alquimia. E sem comentários deste último.
Sábado acordei cedo para dar aula no Ala Línguas, mas os alunos fizeram complô e emendaram o feriado. Acordar cedo depois da balada à toa é ótimo para o humor da gente. Ao voltar para casa, com a cabeça cheia, lá vem o Érico pedindo para revisar o trem dele. Aaah, beleza, artigos em direitês são ótimos para o humor da gente!
Mas, enfim, a compensação veio no domingo. Me diverti tanto, mas tanto! Mas tanto! Mas tanto que continua sendo motivo para sorrisos e assunto de conversas geniais (Rolou?).